domingo, 25 de dezembro de 2011

Álbum de Família


O primeiro livro que li da Danille Steel, Álbum de Família. E uma historia que me emocionou bastante. Tanto o casal Faye e Ward , e casal gay Lionel e John (Chorei bastante com o drama deles ... mas lionel perdeu seu parceiro no dia do natal. O mais interessante desta historia e que uma família passar por grande lutas e conflitos até perde o conceito de família entretanto no fim voltar a ser uma família feliz....

Até  mais


Sr N.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Risco Calculado


Risco Calculado, do Robin Cook o primeiro livro dele que li. Adorei !!! Uma trama cheia de suspense.Aprendi muita coisas neste livro, sobre medicina, feitiçaria, bruxas ... alias uma explicação sobre as causa da "possessões".
"Para escrever Risco  Calculado, Robin Coook investigou as atividades de feitiçaria no século XVII em Salem, bairro de Boston, onde possui uma casa. Ele encontrou evidências de uma droga alucinógena que pode ter causado as "possessões" que mandaram tantos bruxos de Salem para a fogueira."

Sinopse - Risco Calculado - Robin Cook
Com este livro Robin Cook pretende chamar a atenção para os perigos que a nossa sociedade corre Com a crescente comercialização de drogas capazes de alterar a personalidade. O romance fala-nos do encontro de Edward Armstrong, um investigador especializado em psicofarmacologia, e Kimberly Stewart, descendente de uma mulher condenada à morte durante a caça às bruxas, nos Estados Unidos, no séc. XVII. Armstrong é de opinião que o chamado demónio de Salem teve origem no consumo, involuntário, de um fungo com propriedades alucinogénicas, que os habitantes de Massachusetts teriam ingerido misturado nos cereais. O investigador recolhe amostras da propriedade dos Stewart, a partir das quais faz a cultura do fungo para poder provar a sua teoria. Das suas investigações surge um anti-depressivo com capacidades terapêuticas notáveis, o Ultra, mas acaba por revelar tratar-se de uma substância capaz de provocar efeitos terríveis.


Até Mais

Sr N.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

LER DEVIA SER PROIBIDO




A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido.
Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Dom Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tomou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.
Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.
Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas. É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.
Não, não dêem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.
Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verosimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.
O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas lêem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. E esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?
É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metros, ou no silêncio da alcova. Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um.
Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos.
Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.
Além disso, a leitura promove a comunicação de dores e alegrias, tantos outros sentimentos. A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do Outro. Sim, a leitura devia ser proibida.

Ler pode tornar o homem perigosamente humano.



Ate mais

Sr N.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Angel



Hum terminei hj de ler o livro Angel, a narrativa rapida e envolvente. Ja vi em umas opinião sobre este livro dizendo que era meio depressivo, mais sei lá e bem legal a depreção  rsrsrsrs  Tambem adorei a seria quero assistir novamente.


Ate mais


Sr N.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Depois de Escuridão




Enfim, Tilly Bagashawe esta de Parabéns por dar continuidade a marca Sidney Sheldon. A narrativa dela e muito legal mais to com saudade dar narrativa do sidney porque em cada capitulo ele criar um mistério. A historia sobre a socialite Grace Brookstein e demais,passou por varias coisas: de rica passou a se bobe expiatório, foi presa, levou porada, teu suicida, foi estrupada, perdeu tudo mais no fim ganhou um amor !!!


"Nada era pior do que esperar, o medo por antecipação que corroi por dentro"


"As amizades eram como miragens: alianças frágeis e ocas baseadas apenas no dinheiro e status social" 


"As pessoas queriam um bode expiatório para a colocar a sua propria burrice"


eu recomendo este livro muito bom !!!




Ate mais 


Sr N.